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A história de Um Deus

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O início desta história conta com três importantes persangens, a Deusa Asherah, o Deus HaShem e o Deus Baal. Asherah, esposa de HaShem, convivia pacificamente com seu consorte, donde a mesma era adorada por seu povo, por ter a fama de protetora das crianças, também adorada entre as mulheres, por trazer fertilidade a estas. Já HaShem, não era assim tão popular. Possuía gênio difícil, ciumento, mesmo no recebimento de suas oferendas, nunca estava satisfeito.
Um belo dia, eis que veio a notícia. Asherah havia traído HaShem com Baal. Baal por sua vez, forte e viril, atraía a atenção de outras Deusas, embora sanguinário pois aceitava como oferta sangue de crianças. HaShem não perdoou aquela traição, abandonando Asherah e buscando entre os seres humanos, outra forma de adoração, longe de sua musa.
Desolado e em sua cólera de ódio, tentara matar qualquer ser humano na terra que eleva-se louvores a qualquer outro Deus se não ele.
Foi, quando, sobrevoando UR, encontra um homem, de nome Avraham e ali planta sua mensagem. Promete a ele, uma terra de riquezas, em troca disto, sua devoção.
Mas fora somente através de um outro personagem chamado Enos (3769 – 2864 a.C.) que escutara-se a primeira vez o nome Yahveh.
Hashem, agora chamado, Yahveh, faz outro pacto, agora com Mōüsēs, em sua fúria, egocentrismo e dor, pela traição de Asherah, que não haveria nenhum outro Deus na terra se não ele. Do mesmo modo seria ele, Onipotente, Onisciente e Onipresente, não havendo outro, se não ele, o Senhor do Universo.
. Mōüsēs, filho do Faraó Ramsés, já havia escutado murmurias no alto Egito, de um antecessor de seu pai, o Faraó Akenaton, que em período de reinado, teria imposto a proposta de adoração a um Único Deus e esta História sempre lhe chamara a atenção. Com isto, resolveu abandonar seu povo no Egito, e reafirmar o pacto com Yahveh, dando as costas ao Deus Rá, e pedindo então a este novo Deus, Yahveh, poderes para que com eles pude-se convencer os seguidores de que ele, Mōüsēs possuía estreito contato com um Deus mais Poderoso do que o Deus do Egito e qualquer um outro Deus na Terra.
Foi aí, que Yahveh, apareceu a Mōüsēs, saindo debaixo da terra em chamas, e de uma pequena serpente transformara-se em um cajado, que guiou Mōüsēs e seus novos seguidores a uma nova Terra Prometida.
Mas enganara-se Mōüsēs, achando que ele seria o emissário deste novo e poderoso Deus. Pois os Judeus, já haviam profetizado em suas escrituras, que um homem, descendente de linhagem real, que não possuí-se batismo e que datada astro-logicamente viria ser na terra, a encarnação deste “novo deus” que agora ressurgia com mais força, e cada vez mais, com sede de vingança, a quem, Desobedecesse suas ordens.
Para felicidade dos seguidores de Yahveh, tudo ocorria bem, na presente daquele homem, que se dizia a encarnação de Yahveh e com isto, portador de sua palavra e vontades. O que não estava em concordância para os Judeus, pois a profecia da vinda de Yahveh já havia prescrito 4 anos, o homem em questão já havia sido batizado (por João Batista) e sendo sua mãe, uma virgem, não teria herdado de seu pai (que era descendente do Rei Davi) o “sangue real”. Com isto, a notícia “morte ao impostor”
Mas Yahveh continua agindo, na escuridão dos corações desolados, dos ignorantes, dos mal-feitores, dos assassinos. Yahveh não desistira de assumir o controle do mundo, e provar a humanidade que ele é o Único Deus na Terra.
Autor: Baba Kejaiye (Eurico Pontes Nunes)

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Perseguição Espiritual?

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Devemos nos despir da necessidade de atribuir a tudo a algo divino ou extra-humano, a questão humana na imperfeição das coisas é muito mais presente e é ela que é a maior responsável pela maioria das nossas mazelas, dessa questão de atribuições a fatores humanos a algo divino ou espiritual, trato neste vídeo

Leitura complementar:

https://euricon.wordpress.com/…/mensagem-de-baba-olufon/

Umbanda Teológica

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M-banda: “arte de curar” (o propósito)

Ki-banda: “curandeiro espiritual” (todos ancestrais bantu os são)

Ambos nomes designam uma única forma de Culto Espiritualista Ancestral Angolano.

Ma-kiumba: “culto que se faz a noite” (o período em que se evoca os Nganga)

Nganga: Espírito de Tata-Inkisse já falecido “chefe de terreiro”
no Brasil erroneamente chamados de “exus e pomba-giras”

Npugu: “herbalista”, no Brasil seriam pretos-velhos (espiritos de angola) e estarima também incluídos os gentis (caboclos)

Isso é ANGOLA!

No Brasil:

Umbanda: Uma Instituição Religiosa Kardecista, que ressignifica o culto Angolano e se ré-apropria do nome M-banda dando-lhe um significado Esotérico

Quimbanda: na língua Bantú traduz-se como “magia negra”, algo execrável na cultura africana, não se deve escrever a categoria desta forma.

M-banda/Ki-banda: um único culto a ancestralidade bantú, no Brasil também inclui a ameríndia (encantaria)

Não existe “pseudônimos” , isso é uma farça! Para uma pessoa incorporar-se depois de falecida em um parente ou “médium” ela tem que ter sido iniciada em vida a um Inkisse (deus de angola).

Salvo os nossos ameríndios, que não são espíritos, eles são Encantados.

As pessoas acreditam que qualquer pessoa que faleceu pode ser incorporado em um médium. A incorporação é uma categoria que só existe em angola, ela não existe de forma natural, ela faz parte da liturgia de uma religião especifica. Para tanto todos espiritos que baixam em Umbanda são de angola ou foram em solo brasileiro ou africa inciados em angola. Os demais, a exemplo nosso indigenas não são espiritos, são encantados que é uma categoria diferente. Uma pessoa incorporada ate pode dizer “ser o parente de alguem” em verdade aquele ancestral angolano esta trazendo mensagens do parente da pessoa mas não o é. É diferente do Kardecismo que qualquer espírito “fala” ao ouvido do médium independente de sua religião. Aliás, isso era o que Zélio queria, ele achava que podia mesclar esse culto com kardecismo e que os médiuns iriam incorporar qualquer espirito “de mesa” e não, espirito de mesa so fala ao ouvido, não incorpora pois para incorporar após a morte a pessoa teve que ser liturgicamente preparada a isto, assim como em minha religião (a yoruba) só se materializa depois da morte os sacerdotes de culto iniciados a orixas, materialização e incorporação são categorias religiosas isso não é uma categoria para todos, não é universal.

Baba Kejaiye

Autorização de culto extrangeiro

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Irei socializar a informação de uma pessoa iniciada por mim que foi convidado a ser padrinho de um bebê pela Igreja Evangélica, que sirva para todos minha resposta:

“eu não entre em igreja por opção, em verdade por resistência histórica,não existe dogmas em nosso ethos que proíba entrar em templos que não são de nossa religião e nada nos proíbe cultuar outros deuses”

Os deuses yorubas não são etnocentricos como o Deus de Abraão, que ao contrario dos nossos tem medo de perder fies e sua popularidade, no panteão politeista todos tem garantido seu espaço e seus poderes e mesmo quando disputam disputam entre eles e não pela adoração dos seres mortais.

Baba Kejaiye

Alma: Uma partícula de memória, para este dia 13 de Maio

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um+mundo+novo-capas [78] daeiena

Neste dia 13 de Maio, muitas pessoas virão através dos mais variados canais de comunicação prestar suas homenagens aos chamados “pretos-velhos”. Muitos dos cânticos destes ancestrais possuem a palavra Jesus.

É sabido, que a figura de Jesus não faz parte das culturas Angola, embora é notável, que muitos destes Ancestrais saúdem Jesus, quando da chegada dos mesmos, incorporando-se nos Médiuns.

Daí a noção ocidental, deturpada do conceito de Alma Africana, de acreditar que a fala deste africanos legitima que a figura de Jesus existe, para lá dos portões do além mundo. Digo a vocês, errado!

Diferente do conceito de Alma que a maioria dos ocidentais possui, e me refiro aqui a “Alma Linear” a Alma Africana, o seu conceito é Cíclico. E mais do que isso, a Alma para o Africano é Multifacetada. O que isso significa? Que existem inúmeras, ou melhor, infinitas Almas no Orún (o céu) que compõe diversas encarnações, cada uma delas é uma Construção Cultural, já vivida neste planeta.

Cada uma delas representa uma Memória, e com isso repete de maneira cíclica tudo que aprendeu, de bom ou de ruim, sendo esta partícula Estanque, Imutável (não há evolução)

Por fim, quando alguns destes pretos-velhos saúdam Jesus, temos ali a figura do “preto evangelizado” apenas representando, o que quando encarnado ele mesmo aprendeu como certo e/ou fora obrigado a acreditar.

Para quem deseja conhecer mais sobre o assunto, indico

O vídeo de minha autoria: Conceito de Alma na Teologia Yoruba e este filme, cuja capa esta sendo divulgada aqui, que retrata exatamente o que é uma Alma Cíclica.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=fNOvSDJEnp0

O feitiço e o Ebó

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Orixa não e a natureza
Você vai em um pai de santo
Que te joga os buzios
E te diz
“te fizeram um feitiço com yemanja”
Yemanja não faz feitico essa pessoa quer te dizer
que usaram o elemento agua mesmo elemento que a deusa yemamja manipula
para te atingir e atribuem yemanja a isso
Mas yemanja não e agua
Ela e um ser inteligente
Agua e agua
Yemanja e yemanja
Porque preferem esse caminho?
Porque e rápido
Reconheço isso
Mais rápido resultado da magia
Porque você vai direto na fonte
Quem cultua orixa tem pacto com a moralidade
Não nos igualamos aos deuses nem profanamos seu espaço
manipulando forcas que lhes pertencem
Vamos aos deuses
E so recebemos por merecimento
Isso que difere um mago
De um sacerdote
Difere um feitiço de um ebó

Baba Kejaiye

Vale do Amanhecer

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Acho que a fundadora do Vale do Amanhecer teve o cérebro levado por alienígenas, quando vestem pessoas com capas pretas e roxas e gritam no salão a palavra OBATALÁ

Obatalá “pai do pano branco” é avesso a QUALQUER COR que não seja O BRANCO!

E OBATALÁ , habita a cabeça de seus iniciados e reside nos templos yorubás e não dentro de seita que evoca espíritos e alienígenas

Lavem a boca para dizer o nome de OBATALÁ!