Tradições Re-Inventadas, mas … respeitadas.

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E muitos hoje, no Candomblé desrespeitam seus pares levantando a bandeira da “pureza nagô”. Ocorre o mesmo por essas bandas, no chamada Batuque dos Orixás. É lastimável que as pessoas não procurem se espelhar nos seus ancestrais. Como sempre digo, a Cultura é Dinâmica, não se engessa cultura e ela não é estanque, as casas são, por assim dizer, reflexo da trajetória de seus fundadores. Baba Kejaiye

Eugênia Ana dos Santos

utopia

Sandra Epega

V. Armando de.Ogum* deixou a casa de Ojalarê* e deu obrigação com Sandra de Xangô*, de quem recebeu o decá, e com quem está até hoje. Sandra* fora feita em São Paulo por Luan, filha de Maria de Xangô, Nação Angola, neta-de-santo de Nanã de Aracaju. Mais tarde, Sandra* foi reiniciada por Nádia Adelodê, de Guarulhos, de uma linhagem colateral do Gantois. E depois Sandra* tomou obrigação com o africano Epega Onadelê, membro da Orunmila Youngsters of Indigene Faith of África, de Lagos, Nigéria. Temos então nessa etapa de descrição: 12) Nanã de Aracaju, angola, por feitura em linha direta; 13) Gantois, por obrigação, em linha colateral e 14) África contemporânea, por obrigação, linha direta

Indicação de Leitura: O Candomblé “reafricanizado” no campo religioso de São Paulo

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