“pronto de Bará a Oxalá”

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“pronto de bará a oxalá”

Essa palavra me incita o medo! Toda via as liturgias anuais seriam apenas 1 ano, 3 e 7 sendo em cada uma conferida um reforço do axé e/ou assentamentos de orixa adjunto e carrego para as nações ou seguimentos que o fazem. Em 7 anos, se o indivíduo tiver Oyé para ser Baba, Iya ou kekere (segundo sacerdote) aí faz-se a cerimônia de Odú-Ejé no Deká e o confere o titulo. Mesmo assim, o assentamentos de todos Irunmoles deverão ser realizados somente se este indivíduo necessitar abrir sua própria casa. Acho que durante os anos de obrigações assentar mais do que os orixás ancestrais do indivíduo empurrando-o para um sacerdócio do qual ele não possui caminhos é multiplicar templos nesta cidade e depor contra nossa própria cultura.

“nem todo homem que vai a missa é obrigado a ser padre”

Baba Kejaiye, Motumba! (meus respeitos)

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