Rito Nagô e os processos demarcados pela Religião Iniciática:

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Rito Nagô e os processos demarcados pela Religião Iniciática:

1ª etapa: Indivíduo assiste o culto; indivíduo familiariza-se com o culto; indivíduo demonstra interesse em participar do culto; indivíduo passa pelas etapas: Sacudimento, Abô, Bori de Água, Lavagem de contas; indivíduo torna-se Abiãn (aspirante, neófito, guarnecido por Obatalá, não possui vínculo com a casa)

2ª etapa “o estreitamento”; indivíduo adentra no Culto a Orí, indivíduo sacraliza Igba-Ori; indivíduo tem assentado seu Exu-Bará; indivíduo ainda é Abiãn, roupa branca, está sobre a assistência de Obatalá; orixá ainda não identificado; toda via pode o indivíduo permanecer sempre abiãn ligado ao culto de Orí.

3ª etapa “iniciação”; a dois tipos:
indivíduo “bola”, orixá é anunciado; indivíduo não é “de orixá” até ser iniciado, carrega-se o título “omo-orisá”ou “indivíduo de orixá X” quem passou pelos mistérios da iniciação (isto é posto). Indivíduo iniciado: Iyawo (esposa), no geral Elegun “aquele que é montado por orixá”. individuo “é de orixá” possui posto de Elegun; indivíduo é chamado “indivíduo do orixá X”; indivíduo carrega o nome do seu orixá. Quem entra m transe: Elegun: Obrigações de 1 ano, 3 anos, 7 anos (Deká). Antes deste período: Roupa Branca com nuances coloridas. Ogãn e Ekedi: Indivíduos que foram “apontados” “suspensos” por seu Orixá, em momento de festividades; orixá o escolheu; orixá que o escolheu é orixá de seu eledá; indivíduo será iniciado para servir a este orixá; indivíduo não entra em transe; indivíduo granda o 1, 3 e 7 anos durante sua iniciação; indivíduo tem cargo; indivíduo usa roupa colorida pois a este foi conferido um “grau”; indivíduo chama-se Ebomi.

Ebomi “irmão mais velho”: Se de cargo, cumpre funções somente ligadas a seu cargo, se dados os 7 anos, não possui cargo, as tarefas são solicitadas pelo Zelador (sumo sacerdote). Ebomis tem por função e direito repassar aos mais novos os ensinamentos.

Pejigan: “zelador do pejí; altar”: responsável pelos assentamentos, encher quartinhas, energizações, banhos, ossé (limpeza doa assentamentos)

Axogun: “mãe de faca”: Responsável pelos sacrifícios

Iyamoro: “responsável pela casa de exu e pelos eguns”

Iyabassé: “responsável pela cozinha”

Alagbê: “responsável pelos atabaques”

Todos estes cargos pertencem toda via a Ogãns e Ekedis.

Bàbákekere: indivíduo que não abriu casa, é ebomi, recebeu posto de sacerdote e “usa” a casa onde fora iniciado para construir sua linhagem como segundo sacerdote ou “pai pequeno” o título conferido a mulheres cham-se Iyákekere.

Bàbalorixá/Iyálorixá: Sacerdote supremo de uma casa, responsável por seu andamento, a quem outorga cargos e nele estão contidas todas tarefas desempenhadas individualmente por casa um.

O que pode um Abiãn? somente cultuar Orí. Não faz perguntas, vê, ouve, aprende. Não possui vínculos, por fim, pode toda via não satisfeito afastar-se.

O que pode um Elegun? cultuar ori, exú, seu orixá (cultuar seu segundo no 1 ano) (cultuar seu 3 no 3 ano), perguntar assuntos inerentes a sua iniciação e ancestralidade.

O que pode um Ebomi? Tocar adjá, tocar sino, ajudar nas obrigações (sacrifícios, limpezas, iniciações, bolonãn, cozinha), jogar búzios. Instruir-se do andamento da casa, realizar perguntas sobre liturgia, ajuda o Zelador a tomar decisões importantes.

Que isso fique BEM CLARO.

Bàbá Kejàiyé

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